O Quartinho do Matheus

001A jornalista Cris Silva está pronta para a chegada do Matheus. Fito, o yorkshire fofo e amoroso também está ansioso para chegada do baby. E a família já está com tudo pronto para este anjinho com o enxoval, projeto e os móveis da Doce Anjo.

E nós estamos amando.

Ela queria um quarto básico e funcional, que o bebê usasse depois na adolescência. Então, fizemos o projeto nas cores branca e carvalho rústico, um roupeiro com duas portas de correr, uma porta de abrir onde interno é com prateleiras e uma cantoneira com as pontas arredondadas. Cris, escolheu o Berço Wood, nicho com prateleira e a cômoda Flex com 4 gavetas (branco com carvalho avelã), da nossa super parceira Divicar, que produz móveis maravilhosos para quartinho de bebê.

A poltrona com balanço e o pufe, no tecido neutro deu um toque super aconchegante no ambiente e claro na lateral usamos a mesinha Multiuso branca, Divicar.

O papel de parede é super clean a pedido da mamãe, que combina com o Kit Berço Safari, também da Doce Anjo. E o toque final fica por conta do painel com luzes de led que deixa ambiente mais tranquilo para bebê. Ele conta com controle que facilita para mamãe na hora de mudar as cores.

A Cris e o Matheus merecem, né?

Conta para a gente o que você achou do projeto.

Projeto e Execução @doceanjobebe
Fotos @gabriellcarpes .

A loja fica na zona sul de Porto Alegre em um bairro super charmoso 😍😍😍 Se você quiser saber mais sobre projetos, móveis e enxoval fale com as meninas da loja.
Fone (51) 3533 3500
WhatsApp: (51) 99288 6249
Porto Alegre, Rio Grande do Sul

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O SONO DO BEBÊ

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Até o segundo mês de vida, o sono do bebê é muito peculiar. O bebê não tem dificuldade em adormecer, porém, ele também não alcança o sono profundo. Por isso o bebê não dorme por longos períodos de tempo. Assim, o tempo de sono de um bebê é definido pelo tempo que ele leva para digerir o último alimento ingerido e sentir fome novamente.

Além disso, o bebê ainda não distingue direito o que é dia e o que é noite. Por isso, ele vai acordar com fome a qualquer hora. E não adianta se desesperar ou tentar mudar isso, é preciso respeitar o tempo que o bebê demora para começar a amadurecer e entrar em uma rotina. Isso começa a acontecer por volta da sexta semana de vida, que é quando o organismo do bebê começa a produzir a melatinina, um hormônio que ajuda a estabelecer o ciclo normal entre sono e vigília.

A partir desta sexta semana é que os pais devem começar a “mostrar” ao bebê que o dia é propício às brincadeiras, a sair para fora de casa, a pegar um pouco de sol e ar fresco. Isto ajuda a regular o sono e também a “mostrar” que a noite é para dormir. Para auxiliar, certifique-se de que a noite será tranquila e entediante para o bebê. Reduzindo as brincadeiras e os estímulos, ele logo vai sentir um soninho gostoso.

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A noite de sono da gestante.

E agora, como dormir?

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A partir do quinto mês de gestação, um dos grandes problemas da mamãe passa a ser a posição para dormir. Não existe uma posição prejudicial ou perigosa, mas com a barriga já grandinha o desconforto atrapalha uma boa noite de sono.

Deitada de barriga para cima, a veia cava fica comprimida pelo peso o útero, o que pode ocasionar desconforto e falta de ar, mas basta mudar de posição que isso passa. Dormir de bruços não oferece riscos porque o bebê está bem protegido, mas convenhamos, quanto maior a barriga mais difícil ficar nesta posição. Dormir virada para o lado direito dificulta um pouco a circulação sanguínea, o que também não oferece riscos mas deixa o bebê um pouco mais agitado.

A melhor posição é dormir de lado, virada para o lado esquerdo. Esta posição favorece a circulação do sangue, fazendo fluir mais nutrientes e oxigêncio para o bebê. Procure usar um travesseiro ou almofada entre os joelhos para não sentir dor nas pernas e manter a coluna reta.

Mais para o final da gestação, a azia e a falta de ar começa a dificultar ainda mais o sono. Nesta fase, o mais indicado é abusar dos travesseiros nas costas paraf elevar a cabeça e ficar levemente sentada. Abraçar um travesseiro para tentar dormir de lado também pode funcionar. O importante é conseguir uma posição para descansar, por mais difícil que isso possa parecer. O bebê precisa, e a mamãe merece.

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CHORO DO BEBÊ: Aprenda a identificar as principais causas.

Seu filho vai chorar bastante até completar 1 ano e aprender a falar. Entenda o motivo e veja como ajudá-lo.

Por Tamara Foresti.
Fonte: Revista Crescer
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FOME E SEDE
Causa – É comum ter dificuldade para alimentar seu filho nos primeiros dias, pois vocês dois ainda estão aprendendo a lidar com a amamentação. O bebê entende a fome quase como uma dor.
Como Identificar – Antes de abrir o berreiro, o bebê manda sinais de que está com fome, chupando o dedo e abrindo e fechando as mãos. O choro é prolongado e vem acompanhado de mão na boca.
O que fazer – Alimente-o. Só assim ele vai parar de chorar.

NECESSIDADE DE CONTATO OU TÉDIO
Causa – O bebê pode estar carente de atenção e inseguro.
Como identificar – O choro é manhoso e passa quando você o pega.
O que fazer – Brinque com ele. Nos primeiros dois meses, não tenha medo de confortá-lo, pois ele precisa de segurança. Experimente trocar o berço e o carrinho pelo seu colo ou bolsas canguru.

DOR
Causa – Pode ser ocasionada por uma batida, doença ou infecção.
Como identificar – Normalmente, o bebê aponta o local que está dolorido. Se for uma dor de ouvido, por exemplo, vai tentar tocar as orelhas.

DESCONFORTO
Causa – Roupas apertadas, mesma posição no berço etc.
Como identificar – O choro é irritado e seguido de movimentos corporais.
O que fazer – Tire o objeto que está incomodando a criança e, de vez em quando, vire o corpo dela no berço.

MANHA
Causa – A partir dos 9 meses, o bebê percebe que, ao chorar, consegue uma troca de fraldas, leite etc. Então, passa a usar o choro para conseguir outras coisas que deseja, manipulando os pais.
Como identificar – Choro irritado.
O que fazer – Se você acha que aquilo que a criança pede é desnecessário, não dê só porque ela chorou. Nessa fase, o bebê começa a engatinhar e você limita o acesso dele, por exemplo, ao controle remoto. Se ele chorar e você ceder, vai confirmar
que consegue o que quer pela birra.

SUSTO E MEDO
Causa – Barulhos repentinos, como portas batendo. Perto dos 9 meses, quando a criança enxerga melhor, ela estranha desconhecidos.
Como identificar – É uma reação orgânica, parecida com a que ocorre com você. O choro pode ser acompanhado por um pequeno salto e berros.
O que fazer – Pegue-o no colo e faça carinhos até ele se acalmar.

EXCESSO DE ESTÍMULO
Causa – Lugares agitados, muito barulho, brincadeiras ou colo.
Como identificar – O bebê fica rabugento, o choro é quase uma reclamação.
O que fazer – Tenha paciência e leve a criança para um ambiente tranqüilo.

DENTES
Como identificar – A criança baba mais, quer colocar tudo na boca e perde o apetite. As gengivas ficam vermelhas e inchadas e o bebê choraminga. Este choro ocorre entre os 7 e os 12 meses de idade.
O que fazer – Ofereça um mordedor para ajudar a rasgar a gengiva ou use pomadas específicas. É importante escovar as gengivas com gaze ou toalha molhada. Além de higienizar, você ajuda a aliviar a coceira.

CÓLICA
Causa – O sistema digestivo do bebê ainda é imaturo e também é possível que a ansiedade dos pais, comum no primeiro filho, passe para a criança e cause o desconforto. A cólica costuma ter pico até os 3 meses e é mais freqüente após as mamadas e no começo da noite.
Como identificar – O bebê enruga a testa, seu abdome fica distendido e o choro é agudo e prolongado.
O que fazer – Faça massagem, esticando e encolhendo as pernas dele. Outra dica é mantê-lo o mais ereto possível enquanto mama, para não engolir ar. Ou, ainda, segurá-lo apoiado no seu braço dobrado, com a barriga virada para baixo, para que ele solte gases.

CALOR OU FRIO
Causa – Excesso ou falta de agasalhos.
Como identificar – Quando o choro é por calor, a criança fica suada e molhada na raiz do cabelo. A pele pode ficar pegajosa e com brotoejas. No frio, as extremidades ficam geladas, como dedos das mãos e dos pés. O som é alto.
O que fazer – Tire ou coloque roupas. A criança está em uma temperatura confortável quando o nariz e as bochechas estão mornos.

SONO
Causa – Cansaço
Como identificar – O choro é alto e nervoso.
O que fazer – É preciso acalmá-lo. Abaixe as luzes, fique em um ambiente tranqüilo e cante para seu filho enquanto o embala. Tenha paciência, porque pode demorar um pouco para ele parar de chorar.

LIMPEZA
Causa – Fralda suja. O choro é porque o contato da urina ou das fezes incomoda e pode ter provocado assaduras.
Como identificar – O bebê se retorce porque a pele fica irritada e ardida.
O que fazer – Troque a fralda e use uma pomada contra as assaduras. Às vezes, vale deixá-lo sem fralda para a pele respirar.

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Os mistérios das roupas de bebês

Estes dias estava aqui pensando: roupa de bebê é a coisa mais fofa do mundo, mas só quando estamos grávidas e preparando um enxoval é que nos damos conta dos pormenores, dos mistérios das roupas dos bebês!

Morro de rir quando lembro da primeira vez que fui comprar as roupinhas do Pedro, saí “armada” com a minha lista de enxoval, certa de que seria moleza, entrei na loja e pedi: “moça, eu quero 6 bodies e 6 pagãos” (era isso q estava escrito na lista) ao que a moça olha pra mim com uma risadinha de “sabe de nada, inocente!” E responde: “mas você quer conjuntos de bodies e calças ou pagãos? Porque se você vai comprar bodies não precisa de pagãos!” Olhei pra cara da moça com a maior cara de “ué” do mundo e percebi claramente que ela estava compadecida de mim, pobre menina grávida com uma lista de enxoval desastrosa na mão!

Com a descoberta da gravidez, vem a descoberta de um mundo todo novo de termos, acessórios, paranauês, bugigangas e mil coisas que você nunca ouviu falar antes, ou até ouviu, mas nunca deu a devida atenção. Por mais que você se ache “fera” em bebês e crianças, acredite, tem coisas que nem que você tenha trabalhado a vida toda em um berçário, poderia imaginar. Só sendo mãe mesmo, e olhe lá!

Com tantos termos e nomenclaturas, dá pra confundir tudo mesmo por isso, decidi reunir aqui algumas das coisas mais “misteriosas” que podem surgir em listas de enxoval e desvendar tudo pra você!

Pagão
Em pleno século 21 eu fico abismada de encontrar este item em listas de enxoval. O pagão é um conjuntinho de “roupa de baixo” que consiste em: uma regatinha com as costas abertas que você amarra pra fechar, um casaquinho pra por em cima desta regatinha e uma calça com pezinho. Eu comprei 1 só pra tirar a prova e te garanto, não é nada prático!
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Mijão ou culote
É a calça do bebê, ela tem a cava maior e arredondada pra caber a fralda e pode ou não ter pezinho, ou melhor, ser fechada, sem deixar os pés a mostra.
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Bodies
São como os maiôs ou colants, podem ter manga curta ou longa e são fechados no meio das pernas por botões. Os bodies vieram substituir os pagãos e são muito mais práticos e funcionais: mantém a fralda no lugar, protegem a barriguinha do bebê do elástico da calça e não ficam levantando ou embolotando embaixo do macacão.
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Por que os bodies tem aberturas nos ombros?
Pra facilitar a passagem da cabecinha do bebê! Nos primeiros dias de vida, o bebê não tem controle de seu pescoço e é todo molenguinho, ter uma boa abertura pra não machucá-lo na hora de vestir e facilitar o seu trabalho é fundamental! Esta abertura no ombro pode ser por botões ou, um transpassado de tecidos. Para os 3 primeiros meses eu prefiro os transpassados de tecido! 😉
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O que é calça de bebê com “pés reversíveis”?
Algumas calças de bebê tem a opção de pé reversível, funciona assim: a calça tem um punho no pé que consiste numa sobra de tecido dobrada, para que a calça feche nos pés, você desdobra esta dobra, conforme o bebê cresce, você dobra e ganha mais 1 ou 2 meses de uso para esta calça. Na fase de 0 a 12 meses os bebês crescem muito e muito rápido, a dupla body + calça vai ser a que você mais vai usar e por isso, calças com pés reversíveis significam economia.
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Cueiro
O cueiro é como um “cobertorzinho” ou lençol, normalmente ele é de flanela e tem 1001 utilidades: eu usava pra forrar o trocador, o carrinho de bebê, a cadeirinha do carro, o tapete da sala, a cabecinha deles em dias de sol ou chuvisco e por aí vai. Pode investir em pelo menos 4 destes!
cueiro

O que é “babinha”?
É uma faixa de tecido, normalmente de fralda ou toalha, mais estreita do que a fralda de pano comum que serve para proteger o ombro da mãe (ou de quem for colocar o bebê para arrotar) de pequenas regurgitações, babas e vômitos.
babinha

Por que comprar fraldas de pano se vou usar fraldas descartáveis?
Olha, vai por mim, fraldas de pano servem pra tudooo: pra ser “babinha”, pra cobrir do sol, pra limpar suor, pra cobrir trocadores públicos, pra limpar vômitos e o que mais você precisar. Eu comprei pelo menos 6 para cada filho e usei/uso muito! Na hora de escolher as suas opte pelas brancas com barrado, as coloridas e com desenhos podem soltar tinta e causar alergias no bebê e as sem barrado, desfiam inteirinhas.

Como assim “lençol padrão americano” o que é isso?
Quando voce comprou o berço do bebê, talvez não tenha sido informada mas, no Brasil há 2 padrões de medidas na fabricação deste móvel: o nacional e o americano. O americano é o mais comum e tem 1,30 x 0,70 o nacional tem 1,30 x 0,60. Isso é muito importante na hora de comprar o colchão do bebê, ele deve ser do tamanho exato do berço, sem deixar frestas ou buracos que o bebê possa cair ou prender pés, mãos ou qualquer parte do corpo e por isso, existem os lençóis com os 2 tamanhos, cada um para um tamanho de colchão e berço.

Manta, cobertor, cobre leito, não é tudo a mesma coisa?
Não! A manta de bebê costuma ser menor que um cobertor de bebê e mais leve, é ela que vai com você nos passeios e há modelos dos mais variados tecidos para todos os tipos de clima. O cobre leito costuma ser uma espécie de edredom mais fininho, sem enchimento que serve para cobrir a cama, deixa-la bonita e proteger o edredom, cobertores e lençóis que serão usados à noite. O cobertor costuma ser mais grosso, também tem uma medida especial para o tamanho de bebê.

Cobertor térmico
É um clássico do enxoval! Produzido com uma linha especial ele consegue se adaptar a temperatura do corpo do bebê, mantendo- a estável ou seja, ele não aquece nem esfria, só mantém a temperatura que o bebê estiver, é ótimo para noites de verão, para cobrir o bebê no carrinho e etc.
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Faixa umbilical
A faixa umbilical era utilizada antigamente quando as mães e cuidadores, acreditavam que era preciso proteger o umbigo deixando – o fechadinho e enfaixado, hoje sabemos que este não é o procedimento correto! O umbigo do bebê precisa ser limpo com muito cuidado todos os dias até a sua queda, para evitar infecções e inflamações.

Segura-bebe
São 2 rolinhos de tecido unidos por uma faixa larga de tecido no meio, serve para segurar o bebê no lugar e não deixar que ele vire e se sufoque. Há controvérsias sobre o seu uso, eu usei apenas no primeiro mês dos meus filhos pois, sempre fui meio neura com esta coisa de sufocar no berço, eu colocava o bebê lá de lado mas nunca ficava sossegada. Hoje sabemos que a melhor e mais segura posição pro bebê dormir é com a barriga pra cima.
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Toalha fralda
É uma fralda de pano 100% algodão maior que o habitual para secar o bebê, ela é indicada para os primeiros meses pois, é mais suave ao toque. Eu comprei um modelo de toalha comum que era forrada de fralda e adorava!
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Mandrião
É uma “camisolona” super tradicional de batismo católico. Pode ser usada por meninos e meninas e, voltou à moda depois que a princesa Kate apareceu nas revistas batizando o pequeno George com a roupa que havia sido de seu pai. Acho lindo mas pouco funcional! Só usaria se houvesse esta herança na minha família, eu fui batizada com um destes mas, não durou até os meus filhos. É o tipo de coisa que você vai usar uma vez só na vida, precisa pensar no investimento!
mandriao

Naninha
É normal que os bebês adotem algum tipo de paninho ou pelúcia para serem seus companheiros fiéis. Normalmente, isto acontece com uma fraldinha de pano, um cobertor ou lençol específico ou, aquele ursinho bem molinho gostoso de dormir. Como o bebê/criança se agarra naquilo, e você vai precisar andar com o troço pra todo lugar, começaram a fabricar naninhas mais práticas! Normalmente, é uma mantinha ou cobertor bem menor que o padrão e tem um bichinho fofinho numa ponta.
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Saída de maternidade
Normalmente a Saída de Maternidade é um kit de macacão + manta super lindo para ser usado no dia que o bebê sai da maternidade para a casa. Isso porque, na maioria das vezes, as famílias querem registrar este momento de chegada ao lar com o novo membro da família então, precisa estar lindo para a foto, é basicamente isso! Eu não comprei pra nenhum dos 2 filhos, fiquei pensando que, todas as roupinhas que eu comprei para eles eram lindas e não fazia sentido pagar mais caro só porque uma peça específica ganhou o título de “saída de maternidade”, mas vai de gosto! rs
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Eu não sou nenhuma especialista em moda infantil, nenhuma costureira de mão cheia e tudo o que aprendi sobre isso, aprendi na prática! E foram tantas as minhas atrapalhações, tantas coisinhas que eu escolhi cheia de carinho e depois, descobri que não prestei atenção em pequenos detalhes que faziam muita diferença como, um tecido mais confortável, uma peça com uma costura interna menos “agressiva”, uma abertura de ombro mais prática…

Quando montamos o enxoval do bebê, estamos num momento de pura imersão em sonhos, desejos, expectativas e ansiedade e por isso, muitas vezes nos deixamos levar pela estampa fofa, pela marca importada sem prestar atenção ao que realmente importa: roupa de bebê precisa ser prática, confortável e permitir que ele seja bebê, que se movimente e desenvolva sem limitações de modelos, costuras e tamanhos.

Se você está aí, assustada com uma lista cheia de nomes esquisitos, sem saber em que investir, calma! Respira fundo e clica na nossa lista de enxoval básica só com as coisas que são realmente úteis! Clica AQUI

E se você se lembrou de alguma coisa que você demorou para descobrir o que era ou, está na dúvida de alguma coisa da sua lista, comenta aí!

Bjs 😉

Texto gentilmente cedido pela Loreta Berezutchi
Fonte: www.bagagemdemae.com.br/os-misterios-das-roupas-de-bebes/

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O inverno e as crianças

Com a chegada das temperaturas mais baixas, no outono e, principalmente, no inverno, as bactérias e vírus se proliferam rapidamente, o que pode comprometer a saúde de crianças e adultos. Gripes, alergias respiratórias, pneumonias, infecções de ouvido, resfriados, sinusites e diarreias são algumas das doenças mais prevalentes no período mais frio e, geralmente, associado a níveis mais baixos de umidade do ar. A vacinação das crianças, é de extrema importância para a imunização.

A atenção deve começar em casa, onde os pais devem iniciar pequenas mudanças, como insistir em uma alimentação mais saudável e maior ingestão de água. Nos dias frios é importante deixar os ambientes limpos e arejados, mantendo as janelas um pouco abertas para que o ar circule e os vírus não se proliferem. A alimentação correta também protege, por fortalecer o sistema imunológico.

Também de acordo com o Ministério da Saúde, outro aspecto importante é com a higiene das crianças, fundamental para a prevenção de algumas doenças, como as respiratórias. A higienização começa pelas mãos, que deve ser feita com água e sabão ou álcool gel, especialmente no ambiente escolar, após usar o ônibus escolar ou o transporte público e quando a meninada chega de um local público. Brinquedos e objetos pessoais também devem ser lavados (com água e sabão ou álcool gel). E, ainda, é preciso educá-las para lavarem as mãos após tossir ou espirrar, antes e depois de tocar os olhos, a boca e o nariz, depois de ir ao banheiro e sempre antes de qualquer refeição.

Vaporizadores

Não há problema em usar os vaporizadores, já que o aparelho poderá ajudar os pequenos a respirar melhor, mas recomenda que não se pode esquecer da higiene nasal, diária, com o uso de soro fisiológico, que contribui para a prevenção de doenças e infecções.

O pediatra alerta ainda sobre os cuidados com o uso de aquecedores. Devem ser utilizados aqueles que não piorem a qualidade do ar. Os aquecedores a óleo são os melhores, por disporem de radiadores pelos quais o ar circula e que aquecem bem todo o ambiente sem ressecá-lo.

Dicas:

Mantenha sempre a vacinação em dia;
Mantenha a casa sempre limpa e arejada;
Evite levar as crianças à escola e creches quando estiverem resfriadas;
Evite sair de casa com bebê com menos de 4 meses;
Evite locais com grande aglomeração de pessoas;
Evite objetos e bichos de pelúcia que aglomerem pó ou ácaros;
Não leve, sem necessidade, bebês ou crianças ao pronto-socorro para evitar contrair doenças – consulte antes o pediatra;
Umidifique os lugares da casa em que a criança permanece por mais tempo. Isso pode ajudar a respiração e evitar possíveis irritações de pele.
Deixe o berço ou a cama longe de janelas ou portas, por onde geralmente passam correntes de ar;
Coloque um pijama mais quente, tipo de flanela, para manter a criança aquecida, mesmo se ela se descobrir à noite.

Fonte: Blogdopediatra

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O sono dos bebês

Como bebês iniciam o sono – Você está embalando, caminhando ou amamentando seu bebê e as pálpebras dele começam a fechar assim que ele adormece em seus braços. Os olhos dele fecham-se completamente, as pálpebras continuam a tremer e a respiração ainda é irregular. As mãos e braços estão flexionados, e ele pode se assustar, contrair os músculos e sorrir rapidamente, é o chamado “sorriso do sono”. Ele talvez continue a sugar com a boca tremendo. Assim que você dobra seu corpo para colocar seu bebê “adormecido” no berço e tentar sair silenciosamente de perto, ele acorda e chora. Isso acontece porque ele não estava completamente adormecido. Ele estava ainda naquele estágio de sono leve quando você o colocou no berço. Agora tente novamente seu ritual noturno, mas continue por mais tempo (cerca de 20 minutos a mais). Você vai notar que o bebê pára de sorrir e de contrair-se; a respiração dele torna-se mais regular e superficial, os músculos completamente relaxados. Os punhos fechados abrem-se e os braços e pernas ficam pendurados como se não tivessem peso algum. O bebê agora está num sono mais profundo, permitindo que você o coloque no berço e saia de perto, suspirando aliviado e satisfeito porque seu bebê finalmente está descansando confortavelmente.

LIÇÃO NÚMERO 1 PARA OS PAIS NA HORA DE DORMIR: Bebês precisam dos pais para dormir, não podem simplesmente ser postos para dormir. Alguns bebês podem ser colocados no berço sonolentos mas ainda acordados e cair no sono por si sós, outros precisam de ajuda dos pais, sendo embalados ou amamentados para dormir.

A razão é que, enquanto adultos podem geralmente ir direto para o estágio de sono profundo, bebês nos seus primeiros meses de vida caem no sono através de um período inicial de sono leve. Depois de 20 minutos ou mais eles gradualmente entram no sono profundo, do qual eles não são tão facilmente despertados. Como você provavelmente sabe por experiência própria, se você tentar apressar seu bebê para colocá-lo na cama enquanto ele ainda está no estágio inicial de sono leve, ele geralmente acorda. Muitos pais e mães dizem: “Meu bebê precisa estar completamente adormecido antes que eu possa colocá-lo no berço.” Em alguns meses, alguns bebês podem cair num sono profundo mais rapidamente, ultrapassando o longo estágio de sono leve. Aprenda a reconhecer os estágios de sono do seu bebê. Espere até que seu bebê esteja num sono profundo antes de mudá-lo de um lugar para outro, como da sua cama para o berço ou da cadeirinha do carro para cama/berço.

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Chupeta. Usar ou não usar?

Uso da chupeta
Departamento de Pediatria Ambulatorial e Departamento de Aleitamento Materno da SBP
A sucção é um reflexo do bebê desde o útero materno e pode ser observado através de ultrassonografias, que mostram alguns bebês chupando o dedinho. Esse reflexo é vital para o crescimento e desenvolvimento psíquico do bebê.
A criança, especialmente em seu primeiro ano de vida, tem uma necessidade fisiológica de sucção. Além da amamentação, que garante a sua sobrevivência, a sucção também promove a liberação de endorfina, um hormônio que produz um efeito de modulação da dor, do humor e da ansiedade, provocando uma sensação de prazer e bem-estar ao bebê.
A amamentação é suficiente para satisfazer o desejo básico de sucção do bebê, desde que ele esteja mamando exclusivamente no peito e a mãe o ofereça sempre que o bebê quiser. É importante enfatizar que a sucção do bebê ao mamar no seio materno é completamente diferente do sugar o bico de uma mamadeira ou chupeta. Mamar no peito é muito importante para o desenvolvimento da mandíbula e demais ossos da face, dos músculos da mastigação, da oclusão dentária e da respiração de forma adequada.
O uso da chupeta vem sendo passado de geração a geração, constituindo-se num frequente hábito cultural em nosso meio e, por seu preço reduzido, é bastante acessível a toda população.
Destacam-se como possíveis “prós” de sua utilização:
1 – trata-se de um calmante imediato do choro;
2 – alguns estudos evidenciaram possível efeito protetor contra morte súbita, desde que seja introduzida após a terceira semana de vida ou com a amamentação já estabelecida e utilizada apenas durante o sono (recomendação oficial da Academia Americana de Pediatria – AAP).

Por outro lado, temos muitos “contras” para comentar sobre a utilização da chupeta.
1 – Inúmeros estudos mostram que a chupeta está sempre associada com um tempo menor de duração do Aleitamento Materno e que a mesma acaba por ser um indicador de dificuldades da amamentação. Este fato acabou sendo decisivo para que a Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) optassem como recomendação oficial de não utilizar bicos e chupetas desde o nascimento, pois o tempo de duração do aleitamento materno influi diretamente na saúde do bebê e da mãe, quanto mais tempo amamentar, mais saúde para ambos. Esta orientação é compartilhada pelo Ministério da Saúde do Brasil que desde 1990 optou pela implantação da Iniciativa Hospital Amigo da Criança, que tem como regra (nono passo – o sucesso da amamentação) a não utilização de bicos, mamadeiras e chupetas em alojamento conjunto.
2 – Com relação a acalmar, temos uma linha de psicólogos que discordam desta forma de acalmar, pois temos inúmeras maneiras de acalmar um bebê (carinho, colo, cantar, amamentar, etc.) sem a necessidade de utilização de um artifício que traz malefícios para a saúde do bebê. Orientam ainda que quando uma criança começa a introduzir o dedo na boca, temos que dar uma função para as mãos, desta forma, entrega-se brinquedos adequados para a idade para que a distração seja direcionada em outro sentido. Claro que a criança poderá levar este brinquedo à boca (mordedores, por exemplo), mas isto não leva a vícios. Portanto não “vicia” em chupeta e nem no dedo.
3 – Outros estudos apresentam efeitos prejudiciais do uso da chupeta com relação à oclusão dentária, levando à deformação na arcada dentária e problemas na mastigação, além de atrasos na linguagem oral, problemas na fala e emocionais. O risco de má oclusão dentária em crianças que utilizam chupetas pode chegar a duas vezes em relação aos que não usam.
4 – Temos ainda prejuízos respiratórios importantes, levando a uma expiração prolongada, reduzindo a saturação de oxigênio e a frequência respiratória. A respiração acaba ficando mais frequente pela boca (respiração oral), o que piora a elevação do palato (céu da boca), diminuindo o espaço aéreo dos seios da face e provocando desvio do septo nasal. A respiração oral leva à diminuição da produção da saliva, que pode aumentar o risco de cáries. Como a respiração nasal tem a função de aquecer, umidificar e purificar o ar inalado e isto não ocorre de forma adequada na respiração oral, temos maiores chances de irritações da orofaringe, laringe e pulmões, que passam a receber um ar frio, seco e não filtrado adequadamente.
5 – Outras consequências da respiração oral são: as infecções de ouvido, rinites e amigdalites.
6 – O uso de chupetas também está associado a maior chance de candidíase oral (sapinho) e verminoses, já que é quase impossível manter uma chupeta com higiene adequada.
7 – Na confecção de bicos e chupetas temos o uso de materiais possivelmente carcinogênicos (N-nitrosaminas) que ainda carecem de estudos mais aprofundados.
8 – Com relação à morte súbita, a mesma é definida como uma morte inesperada de crianças menores de 1 ano de idade, com pico entre 2 e 3 meses, que permanece inexplicada após extensa investigação, incluindo história clínica, necropsia completa e revisão do local do óbito. Portanto é uma situação em que até o momento não sabemos qual é a verdadeira causa. Existem muitas críticas sobre as metodologias utilizadas nestes estudos, o que enfraqueceria em muito e tornaria no mínimo precoce a argumentação de que a chupeta seria um possível protetor da morte súbita. Apesar de ser uma indicação oficial da AAP, esta opinião não é compartilhada por importantes órgãos como o MS (Ministério da Saúde do Brasil – área técnica da criança e do aleitamento materno), OMS, UNICEF, WABA (ONG internacional que promove a semana mundial da amamentação) e IBFAN (Rede Mundial que luta pelas leis que normatizam a propaganda de alimentos que podem prejudicar a instalação e manutenção do AM), que entendem ser necessária a realização de mais estudos sobre este assunto controverso.
9 – Por fim, vale destacar que um estudo de revisão, multidisciplinar, publicado no Jornal de Pediatria em 2009, buscou na literatura prós e contras o uso de chupeta e chegou à conclusão final de que foram encontrados mais efeitos deletérios do que benéficos.
Desta forma, a Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda que os pais tenham claramente esta visão de “prós e contras” do uso da chupeta, para que, junto ao seu pediatra, possam tomar uma decisão informada quanto a oferecê-la, ou não, aos seus bebês.

Fonte: Web pergunte ao pediatra

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Banho de sol

BEBÊ PRECISA DE BANHO DE SOL
Cinco minutinhos por dia ajuda a produzir vitamina D e melhora a absorção de cálcio
Quando o recém-nascido é amamentado no peito, ele recebe a vitamina D através do leite materno. Para que ela seja sintetizada no organismo, é preciso que o bebê seja exposto a alguns minutinhos de sol por dia. Com isso, os raios solares transformam a vitamina D, que estava inativa no organismo em ativa. Conseqüentemente, o cálcio, fundamental para o crescimento e desenvolvimento dos ossos também é melhor absorvido.
O banho de sol deve ser realizado sempre antes das 10h ou depois das 16h e com duração entre 5 e 10 minutos. A mamãe não deve passar protetor solar em bebês com menos de seis meses, uma vez que eles possuem a pele muito sensível e protetores podem causar alergias.
Muitas mães ficam com receio e colocam o bebê para tomar sol indiretamente, atrás de uma janela de vidro, por exemplo.
“O problema de dar banho de sol no bebê com a barreira de um vidro é que ele filtra boa parte dos raios solares benéficos, principalmente em casos de icterícia logo após o nascimento. Mesmo para a produção de vitamina D na pele, o ideal é a exposição direta ao sol, durante aqueles horários indicados a crianças pequenas, como no máximo até 10h ou após às 16h”, explica Marcelo Reibscheid, pediatra do Hospital São Luiz.
As roupinhas também devem ser leves. Para que o sol cumpra sua função, a maior parte do corpinho do bebê deverá estar exposta. Se estiver muito calor e não houver corrente de vento, a mamãe pode deixar o bebê só de fraldinha.
“Caso haja mudança de tempo ou esteja fazendo frio, é preferível que se faça o banho de sol pelo vidro, do que não se faça. Devemos somente ressaltar que já há um filtro natural destes raios benéficos que é a poluição”, lembra o doutor Reibscheid.

Fonte: Pediatria em Foco

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Alimentação Complementar

O início da alimentação complementar NÃO se faz com alimentos triturados/peneirados e muito menos com suquinhos‼️ A partir do 6º mês de vida, sugere-se que o bebê apresente maturidade fisiológica e neurológica para receber novos alimentos, porém, muitas mamães são erroneamente orientadas e se sentem inseguras em ofertar alimentos íntegros com medo de ‘’engasgos’’ e caem na tentação de liquidificare/ou peneirar os alimentos. Mas, atenção‼️Essa prática é totalmente contraindicada de acordo com as recomendações do Ministério da Saúde (MS, 2010) e Sociedade Brasileira de Pediatria (2012)!

Vamos refletir um pouco: se o bebê apresenta condições de receber os alimentos íntegros, por que liquidificar e/ou peneirar?? Essa prática é contraindicada, pois reduz a densidade calórica e a qualidade dos alimentos, podendo comprometer o estado nutricional do bebê e prejudicar estímulos importantes como mastigação, a formação ideal do paladar e muitos outros!

O início é cercado de descobertas como: sabores, texturas, cores, formas… Qual o estímulo fornecendo um purê #tudojuntoemisturado
😝
? Mesmo que o purê contenha alimentos saudáveis, será que o bebê irá reconhecer esses alimentos? Irá desenvolver o visual para as cores e o paladar para os diversos sabores? E a mastigação? #pensenisso.

É essencial que o bebê identifique o que está comendo, aprecie o sabor de cada alimento, a textura, o formato, etc. Assim, contribuindo para o desenvolvimento satisfatório e hábitos alimentares favoráveis que refletirão por toda vida!
Fonte@babynutri

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